Ebola: tratamentos e vacinas, recomendações da OMS


Devido ao surto do vírus Ebola na África Ocidental, a Organização Mundial da Saúde aprovou o uso de tratamentos não aprovados sob certas condições. Ele também apresentou possíveis vacinas.

Tratamentos

No momento, não há tratamento específico para combater o vírus Ebola. Os cuidados intensivos são recomendados para pessoas gravemente doentes, que sofrem na maioria das vezes de desidratação. Para quem é aconselhável administrar fluidos intravenosos ou o consumo de soluções à base de eletrólitos (íons móveis) por via oral.

Tendo em conta que o surto do vírus e a natureza excepcional da situação, a OMS considera aceitável e ético o uso de tratamentos não aprovados.

No início de setembro de 2014, a OMS enviou uma lista de oito tratamentos possíveis a um grupo de especialistas para analisar as modalidades de produção e uso. Isso diz respeito particularmente ao soro do ZMapp.

Vacinação

Ainda não existe uma vacina específica para prevenir a infecção pelo vírus Ebola. A situação deve evoluir em breve, sabendo que duas vacinas experimentais foram submetidas a um grupo de especialistas pela OMS. No momento, sua eficácia não foi clinicamente comprovada.

Precauções

A Organização Mundial da Saúde quer alertar pacientes e profissionais de saúde e ressalta que a eficácia dos tratamentos e vacinas propostos ainda não foi clinicamente comprovada, pelo menos não no homem.

Efeitos colaterais, dosagem e modo de administração não são conhecidos. Portanto, a OMS recomenda que os profissionais de saúde demonstrem transparência com os pacientes em todas as etapas do tratamento. Os pacientes devem ser informados com segurança, poder dar seu consentimento, desfrutar de sigilo médico e receber tratamento decente.

Disponibilidade de tratamentos e vacinas

Medidas excepcionais foram implementadas para acelerar os ensaios clínicos dos tratamentos propostos. No entanto, a OMS indica que os novos tratamentos e vacinas propostos podem não estar disponíveis até o final de 2014 para uso generalizado. Até o final de 2014, esses tratamentos e vacinas estarão disponíveis apenas em pequenas doses.
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